quarta-feira, 31 de julho de 2013
Lápis
Todos conhecemos as características de um simples lápis, e é interessante saber que temos algumas características muito parecidas e meditar sobre essas características poderão nos ajudar a adquirir sabedoria.
Alguns lápis tem traços mais fortes, mais marcantes do que outros. (1 Timóteo 1:7)
Reconheça que, assim como acontecia com os cristãos do primeiro século, alguns hoje podem expressar fortes opiniões ou conceitos pessoais sobre uma variedade de assuntos.
- Não compete ao cristão que tem um coração sábio entrar em discussões que podem causar divisões.
Um lápis solitário pode ser quebrado facilmente, mas quando unido a outros lápis ele se torna mais resistente. (1 Coríntios 1:10)
Paulo mostrou a importância da união e a necessidade de sermos “aptamente unidos” em nossa adoração.
- Aquele que promove ideias contrárias que ameaçam à união existente na congregação, estes como que se destacam do grupo e pode facilmente danificar sua vida espiritual, pois pode-se mostrar como rebelde diante de Deus.
Um lápis acompanha a escrita daquele que o conduz. (Mateus 24:45-47)
É sábio apegar-se à palavra de Deus e à orientação provida pelo “escravo fiel e discreto”.
Não criar casos sobre assuntos que a Bíblia deixa a critério da consciência.
- Estamos acatando as orientações do escravo fiel e discreto? Estamos realmente acompanhando o passo da congregação ou estamos impondo nosso próprio passo?
O lápis nem sempre está nas mãos de um artista ou poeta. (Eclesiastes 7:9)
Mantenha um conceito equilibrado sobre os anciãos e outros.
Evite a tendência irrealista de esperar perfeição de outros.
Reconheça que a congregação não é infalível.
- Não temos anciãos perfeitos e nem vamos ter, apenas no novo mundo isto será realidade.
Estes homens de Deus carregam um fardo muito grande em suas vidas, pois tem família, serviço secular e os cuidados com a congregação. Não seria amoroso aumentar o fardo deles por criar expectativas irrealistas sobre seu trabalho.
A irritação causada pelo apontador a principio pode ferir o lápis, mas faz com que ele se torne um lápis melhor. (Tiago 1:2,3)
Podemos desenvolver e crescer em humildade, amor perseverança e em outros frutos do espírito se aceitarmos a imperfeição de outros.
- Em faces as dificuldades será que estamos conseguindo nos tornarmos pessoas melhores ou estamos nos tornando apáticos, intolerantes e nervosos?
O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro dele. (1 Samuel 16:7)
Cuide daquilo que está dentro de você, seu coração.
Desenvolva um coração sábio através da leitura da bíblia e estudo pessoal.
- Como anda seu hábito de estudo e leitura da bíblia, tem tido uma rotina de estudo pessoal? Aproveitas as informações contidas nas publicações? Está se preparando para as reuniões?
Todas estas coisas são capazes de fortalecer nosso coração quando bem aproveitadas.
A passada do lápis sempre deixa uma marca. (Gálatas 6:5-7)
Tudo o que você fizer na vida irá deixar traços, procure ser consciente em cada ação.
- Não devemos ser ingênuos ou imprudentes, pois mesmo que um erro ou um equívoco seja prontamente resolvido, marcas ficarão e assim podemos magoar outras pessoas, como um irmão, um cônjuge ou até mesmo a Deus. Alguns erros são pagos com um preço muito auto.
Enquanto o lápis estiver dentro do estojo ele estará protegido, porem, sofrerá manchas e ranhuras causadas por outros lápis. (Colossenses 3:13, 14)
Na congregação estamos protegidos, porém estamos propensos a sofrer atritos e ranhuras vindas de outros irmãos. Mas devemos nos lembrar de que também somos responsáveis por causar atrito nos outros.
- Quando for criticar um irmão, seja ele quem for, lembre-se que este outro irmão também está suportando suas falhas.
Qual tem sido o meu nível de maledicência ao falar? Sou mais crítico ou mais positivo? Minhas conversas edificam ou derrubam ou outros? Qual foi a última vez que critiquei alguém e qual foi a ultima vez que elogie?
O Elefante e os Cegos
Conta uma história que um grande circo chegou a uma cidade e que quatro cegos que jamais tiveram contato com um elefante, resolveram conhecer o animal. Aproximaram-se do domador e pediram para tocar o elefante.
O domador concordou, e cada um se aproximou do elefante.
O primeiro apalpou a perna do elefante, o segundo agarrou a tromba, o terceiro segurou o rabo e o quarto cego bateu no seu lombo. Depois disso, voltaram satisfeitos para suas casas, conversando sobre a experiência de conhecer um elefante.
Primeiro cego, que apalpou a perna do elefante:
- O elefante é uma pilastra firme e grossa e se parece com um tronco.
Segundo cego, que examinou a tromba do elefante:
- Nada disso. Trata-se de um tubo maleável, pesado e forte que se movimenta o tempo todo, lembrando uma mangueira de bombeiro.
Terceiro cego, que segurou o rabo do elefante:
- Tudo errado! Eu constatei que o elefante é roliço e felpudo, como uma corda.
Quarto cego, que apalpou o lombo do animal:
- Eu acho que vocês estão loucos! Não perceberam que ele é rígido como uma parede?
Podemos dizer que os cegos conheceram o elefante? Não!
O que faltou para esses cegos conhecerem o elefante e assim darem uma descrição precisa de como realmente é o animal?
Uma analise mais apurada os teria ajudado. Obtiveram um conhecimento superficial da espécie.
Hoje também a maioria das pessoas que afirmam ser religiosas e servir ao Deus Verdadeiro não o conhecem plenamente, talvez descrições sobre alguns aspectos de Deus elas até consigam dar de forma concisa e correta, mas quanto a outros aspectos tem opiniões pessoais equivocadas, talvez se apoiando em tradições de que ouviram falar, são informações imprecisas e totalmente divergentes do que encontramos nas paginas da bíblia. Principalmente no aspecto de como servir a Deus de uma maneira que o agrade.
O Mergulhador
O mergulhador habilidoso pode estar empenhado em coletar pérolas, mas por mais valiosa que as pérolas possam ser, ele constantemente sobe à superfície para encher os pulmões com ar, pois sabe que o ar é mais importante do que o valor das pérolas. O ar é sua prioridade e o que o mantém vivo.
Do mesmo modo podemos estar envolvidos com nosso trabalho ou meio de ganhar a vida, mas não comprometidos de forma que nos falte o ar que é nesse caso a nossa espiritualidade que nos mantém e nos manterá vivos se priorizada em nossas vidas.
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